Quem são os Clientes Ruins

“Cliente ruim não existe” ou “O cliente sempre tem razão” são frases que você já deve ter ouvido por aí com certa frequência.

Mas ambas possuem falhas fundamentais e, para o bem de uma empresa, é sempre bom que ela não adote esse tipo de filosofia!

Mas antes de entrarmos nessas questões sobre o que é certo e o que é errado, vamos definir primeiro: o que é um cliente ruim?

Continua com a gente aí embaixo no post pra saber mais!

Mas em primeiro lugar, é importante não se confundir em relações pessoais.

Uma pessoa ruim não é necessariamente um cliente ruim e vice-versa e é importante que essas relações não se confundam para que se consiga analisar com calma quem são seus clientes ruins.

Ainda antes de entrarmos na questão dos clientes ruins em si, outro ponto importante a ser levantado é que o cliente também tem um lado.

E o que quero dizer com isso?

Quero dizer que, por mais que se deva separar a pessoa do cliente, não se deve esquecer que ainda são pessoas.

E sendo elas pessoas, estão sujeitas a todo tipo de aflição que possam vir a afligir pessoas. Podem ter um péssimo dia, podem estar em uma fase ruim e, nem por isso, se tornam clientes ruins. Ao menos não por esses motivos.

Tendo feito essas ressalvas, definimos então quem são tais clientes.

Quem são os Clientes Ruins

Identificar um cliente ruim é, às vezes, uma tarefa muito simples e intuitiva, mas em muitos outros momentos essa visão fica turva por variados aspectos.

A relação muitas vezes se mostra bem abusiva e aqui já conseguimos traçar um perfil de cliente ruim, aquele que não é nada razoável.

O cliente que não é razoável costuma não ficar satisfeito com nada e geralmente é o que mais devora os recursos disponíveis da empresa.

Mesmo que seja feito o melhor possível para agradá-lo, este nunca estará satisfeito.

Talvez seja o momento de deixar esse cliente para trás e focar naqueles que não consomem seus recursos em demasia e não prejudicam a saúde mental de seus funcionários, que não conseguem corresponder às suas expectativas irreais.

Aproveitando o gancho, é bom sempre prestar atenção na relação dos clientes com seus funcionários.

Dizer que o cliente sempre tem razão, por exemplo, é uma excelente maneira de dizer que seus funcionários estão errados, mesmo que implicitamente.

O cliente nem sempre tem razão! Talvez tenha razão em menos da metade dos possíveis conflitos. E não entenda mal, não é isso que o torna um mau cliente.

Mas se o cliente trata mal seus funcionários e os sobrecarrega com demandas além do que foi acordado ou além de suas capacidades.

Priorizar sempre seus clientes ao invés de seus funcionários é um caminho extremamente rápido para ter funcionários insatisfeitos e consequentemente improdutivos.

No geral, existem outros tipos de clientes ruins, que podem surgir por outros motivos, em diferentes segmentos do mercado.

O importante para saber se um cliente ruim é perceber se o seu relacionamento com ele é abusivo e se ele prejudica a sanidade mental dos seus funcionários e a financeira e de alguns outros processos da sua empresa.


Deixe nos comentários suas experiências e o que você entende como um cliente ruim. Vamos conversar!

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  • 28 de dezembro de 2020
  • Vendas

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